terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Capítulo 11: Duelo contra um Troll feiticeito

Duelo contra um Troll feiticeiro

 Do nada, uma chuva de setas surgiu.
  O feiticeito com que Edward tinha acabado de lutar estava a ser atingido, mas provavelmente já estaria morto.
 Então Edward viu um Trolls a vir na sua direção. Percebeu que o Troll não era um soldado, mas sim um feiticeiro. Para não ser atacado pronunciou:
 - Rain of fire arrows!
 Para espanto de Edward, o Troll disse :
 - Supreme protection!
 Uma grande barreira  impediu a poderosa chuva de setas de fogo. Então  Edward disse:
 - Black Sword!
 Então o Troll disse, em tom feroz:
 - Black Sword!
 O som das espadas a embaterem uma na outra levantou poeira. O Troll aproveitou e disse:
 - Sword of the Devil.
 Edward ripostou, dizendo:
-         Indestructible protection!
 Uma barreira gigantesca defendou o ataque do Troll na perfeição. Ansioso por atacar, Edward disse as palavras que esperava porem fim ao Troll:
-         Big sword mythological of black diamond!!!
 O Troll caiu morto no chão, sem tempo para se defender.
 Edward disse a Ercik:
 - Vamos.
 - Está bem.
 Quando Edward acabára de montar Erick, um homem alto, musculado e com um ar sério e feroz dirigiu-se a ele.

domingo, 22 de janeiro de 2012

Capítulo 10: Feiticeiro contra feiticeiro

Feiticeiro contra feiticeiro

 O sol estava ainda a nascer, mas Edward já estava em cima de Erick, que cavalgava rapidamente.
 - Se continuarmos assim chegamos ao reino dos Trolls daqui a um mês e meio.
 O silêncio instalou-se. Nenhum dos dois falou até ver um homem. Desmontou Erick e perguntou ao homem:
 - O que quer?
 O homem apenas disse:
 - Fire!
 Edward disse rapidamente, ripostando:
 - Dark Fire!
 O homem cai ao chão mas levantou-se. Edward estava decidido a ganhar a batalha, mas o homem não se rendeu e disse:
 - Rain of arrows!
 Edward ripostou dizendo:
-         Rain of arrows!
 As setas estavam prestes a cair em cima de Edward e do homem, até que Edward disse:
 - Protection!
 A chuva de setas atingiu o homem, que cai no chão, desmaiado, enquanto Edward só tinha uns simples arranhões.

sábado, 21 de janeiro de 2012

capítulo 9: Aprendendo novas magias

Aprendendo novas magias

Edward sentiu-se incrivelmente cansado e quase que desmaiou. Depois de ter parado para descansar, aproveitou e disse outra palavra forte, para testar o poder dela.
 - Black flames!
 Tombou para o lado, lutando para se manter consciente.
 O feitiço embateu contra uma montanha, que desapareceu imediatamente.
 Parou para recuperar o fôlego e disse:
 - Fire arrow!
 Uma flecha de fogo trespassou uma árvore, de tal maneira que Edward não a conseguiu encontrar. Agora já não se sentia tão cansado como antes.
 Sentindo-se preparado para utilizar magia outra vez disse:
 - Black arrow!
(…)
Edward foi continuando a exprimentar magia até que se sentiu cansado. Então perguntou a Erick:
 - Podes fazer o primeiro turno?
 - É claro que sim.

Capítulo 8: Dirdaur, a cidade destruída por Trolls

Dirdaur, a cidade destruída por Trolls


 Já um pouco depois do meio-dia, quando Edward encontrou um mapa, ele e Erick já conseguiam avistar uma pequeníssima aldeia, que Edward pensava ser Dirdaur. Edward olhou para o mapa e depois disse:
 - Avancemos para Dirdaur.
 Então, subiu para cima de Erick e foram até Dirdaur.
 O que viu deixou Edward furioso. Todos os habitantes da aldeia tinham sido mortos, provavelmente por Trolls que estariam á procura dele.
 - Vamos encontrar estes Trolls e matá-los.
 - Está bem, não devem ser muito mais que 30, mas mesmo assim temos que ter muito cuidado – disse Erick, nervoso com o que podia ocorrer.
 Edward agarrou na espada e preparou-se para utilizar magia.
 Do nada, surgiu o grupo de Trolls.
 Já preparado para utilizar magia, Edward disse:
-         Fire, Rain of arrows, Earthquake and flamethrower.
Fogo fez os Trolls arderem, os sismos abriram fendas no chão, fazendo os Trolls ficarem presos nelas, chamas foram lançadas do nada e atingiram os Trolls, que ficaram a arder ainda mais e uma imensa e longa chuva de setas desceu do céu e atacou os Trolls.
 Nenhum Troll sobreviveu. Então, Edward montou Erick e foi-se embora de Dirdaur.

Capítulo 7: Humanos contra Trolls

Humanos contra Trolls

 -Mas também Trolls! – disse Erick, confuso com o que se estava a passar.
 Então, ouviram-se gritos de dor e agonia.
 - Os humanos estão a lutar contra os Trolls! Esta é a nossa opurtunidade de fugir! – disse Edward com um sorriso na cara.
 Montou Erick rapidamente e disse:
 - Vamos Erick, avança o mais depressa possível!
 A batalha entre Trolls e humanos parecia estar a acabar, por isso Edward incentivou Erick a ir ainda mais depressa.
 O avanço não era o que Edward queria, mas ficava contente por não estar a lutar nesta altura.
 Lembrou-se de alguns feitiços que tinha ouvido e preparou-se para os utilizar a qualquer momento.
(…)
 Cerca de uma hora depois, já não havia vestígios nem de Trolls nem de humanos. Edward desmontou Erick e disse:
 - Eu faço o primeiro turno de patrulha.
( …)
 De manhã, Edward levantou-se e montou Erick, que começou a galopar.


Capítulo 6: Andur, água pura e cristalina

Andur, água pura e cristalina

 Esquecemo-nos de trazer água – disse Edward preocupadamente.
 Tens razão, -  disse Erick – mas talvez haja um rio a alguns quilómetros de distância.
 Ao ouvir estas palavras, Edward montou Erick e percorreram alguns quilómetros até anoitecer.
 Ao pararem, Edward conseguiu ver um rio, a poucos quilómetros de distância.
 - Encontrámos o Andur, o rio onde os homens de Islardar iam buscar água!
  Conversaram um pouco e depois beberam a maior quantidade de água que puderam beber.
 Mas, algo interrompeu Edward. Ele olhou e viu humanos  com lanças e cavalos.
 - Os habitantes de Rordor! – exclamou Edward.    


Capítulo 5: Ladrão na vila

 Ladrão na vila

 Depois de descansarem, Edward sussurou:
 - Não tenho dinheiro, por isso prepara-te para roubar.
 Erick não gostou da ideia, mas teve que a aceitar, pois era a única maneira de sobreviverem.
 - Prepara-te – disse Edward em voz baixa.
 Analizaram a cidade e Edward disse:
 - Espera-me atrás do talho.
 - Está bem , mas tem cuidado. – disse Erick, preocupado.
 E assim correu conforme o planeado. Edward montou Erick rapidamente e partiram de Rordor silenciosamente, sem ninguém ter dado por isso.
 - Conseguimos! – gritou Edward, em tom triunfante.
 - Tens razão – disse Erick – mas foi muito arriscado.
 O dia passou-se e Edward parou para descansar. Fez uma fogueira, comeu e deu de comer a Erick, mas alguma coisa faltava. A água!

Capítulo 4: Como comunicar com um cavalo

Como comunicar com um cavalo



Alguns segundos depois sentiu-se cansado, pois a magia tinha consumido toda a sua energia. Parou, desmontou Erick e disse:
 - Se eu tivesse ao menos alguém com quem falar.
 - Tens-me a mim.
 - Quem és tu?! – Disse Edward, alarmado, correndo para perto dum Troll e tirando-lhe a espada.
 - Sou eu, o Erick.
 Edward ficou surpreeendido. Então disse:
 - Vamos para Rordor, para comprar algumas coisas lá.
 - Está bem, mas precisarei de descansar.
 A conversa prosseguiu.
( …)
Ao chegarem a Rordor, pararem para descansar.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Capítulo 3: Edward + Trolls = Magia


Edward + Trolls= Magia

 Edward tinha já saído de terreno conhecido quando parou para almoçar.
 Estava um bela dia, mas para Edward era um dos piores dias da sua vida.
 Enquanto comia, observava o horizonte. Viu lá ao fundo umas manchas. Não lhes ligou e continuou a comer. Um tempo depois, ouviu um rugido feroz. Foi aí que se apercebeu que as manchas eram na verdade três trolls.
 Arrumou os seus objetos e montou Erick. Começou a cavalgar rapidamente, mas sem sucesso.
 Os trolls também tinham cavalos, e estavam a ganhar avanço sobre Edward.
 Ele viu que não tinha hipótese e por isso decidiu lutar. Cada troll tinha uma moca de madeira, excepto o do meio, que trazia uma espada de ferro. Edward tinha apenas um cavalo, mantimentos e roupa, mas mesmo assim decidiu lutar.
 Um troll com uma moca tentou a acertar em Edward, mas sem sucesso, e assim sucessivamente, até que, quando o troll com uma espada de ferro já estava em cima dele, pronto para o atacar, Edward disse, desesperado:
 -Fire!
 Os trolls começaram a arder e caíram mortos no chão.
 Edward percebeu então porque é que o rei estava tão interessado em destrui-lo.
  Montou o seu cavalo e foi a galope nele.

Capítulo 2: Duas mortes, um cavalo e um rapaz


Duas mortes, um cavalo e um rapaz

Ao chegar a casa, com mais três homens, viu a irmã á porta. Percebeu imediatamente que Taylor tinha más notícias para ele.
 Edward dirigiu-se á irmã e perguntou-lhe, quase a chorar:
 - O que aconteceu para estares aqui?
 - A mãe morreu um pouco depois de te teres ido embora. As lágrimas começaram a cair pelos seus rostos abaixo.
 (…)
Os dias passaram-se, até que, depois de ter chegado de uma caçada, Edward viu uma luz ao lado da sua casa.
 Dirigiu-se á casa e viu que ela estava a arder. Chamas atacavam a casa com ferocidade, deixando-o com muitas duvidas sobre se a irmã tinha conseguido escapar daquele inferno que até á distância metia medo.
 Entrou dentro da casa e, sem pensar, foi á procura da irmã, que estava morta ao lado da cozinha.
 Eragon comeceu a chorar desoladamente, como na morte da mãe. A única coisa em que conseguia pensar era: “porque mereço eu este destino tão horrível e doloroso?”
 Depois de as chamas terem desaparecido, Edward examinou o terreno.
 Quando acabou, reparou que só restava um cavalo, Erick.
 (…)
 Edward arranjou mantimentos e outras coisas necessárias para sobreviver.
 Quando já estava de partida, descobriu, entre os escombros, uma bandeira com duas mocas cruzadas. Percebeu de imediato que os soldados do rei troll tinham mandado queimar a sua casa, mas porquê?- pensava ele, como se estivesse a tentar responder a uma pergunta sem resposta.
 Decidido a matar o rei troll, montou Erick e foi a cavalgar em direção a Este, onde se situava o reino dos trolls, a milhares de quilómetros de distância.  

Capítulo 1: O começo da aventura

Edward

O Começo da aventura


 Num local isolado, vivia Edward, um rapaz de catorze anos. Os seus cabelos eram loiros. Tinha a altura e o peso indicado para uma pessoa da sua idade, mas tinha músculos que adoloscentes de catorze anos normalmente não tinham.De noite caçava para ele, para a irmã mais nova e para a mãe, e de dia viajava até uma pequena aldeia a alguns quilómetros de distância, algures no meio da floresta de Servyuz.
Numa bela tarde, depois de ter chegado de Islardar,  que ficava dentro da floresta de Servyuz, a sua irmã mais nova, Taylor, de 10 anos, anunciou-lhe que a sua mãe estava doente e ainda acrescentou que estava no quarto de Edward.
 Um arrepio percorreu-lhe a espinha e foi ter imediatamente com a sua mãe ao seu quarto.
 Quando lá chegou, ao ver a mãe num estado miserável, disse-lh   e:
 - Como ficou nesse estado, mãe?- perguntou, com medo de não obter resposta.
 - Estava a caminho do estábulo quando me deu uma dor de cabeça. Vim imediatamente para casa, mas a dor continuou.- disse ela em em voz baixa, para poupar energia. Desesperado, Eragon foi a correr até Islardar. Chegou lá dentro de uma hora,  mas regressou a casa ainda mais rapidamente, com a preocupação de ver como a sua mãe estava.